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VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA AJUDAR OU PRECISA DE AJUDA?

“AJUDAR A QUEM SE AJUDA É BOM E FUNCIONA QUANDO NINGUÉM É PREJUDICADO”. Zíbia Gasparetto

 

 

É importante estarmos muito atentos para o tipo de problema que pretendemos ajudar, se estamos preparados para lidar com eles e até que ponto têm o poder de interferir no nosso bem-estar. Ou seja, é preciso estar bem e equilibrado para poder lidar com questões que não são nossas e saber identificar e diferenciar sofrimento real de drama e de manipulação emocional.

 

Você tem estado atento para isso?

 

Ajudar, além de ser um gesto nobre, nos permite desfocar dos nossos problemas, compreender que eles fazem parte de nossas vidas e é algo que teremos sempre que lidar e resignificar. É incrível como olhar para alguém e estender a mão quando precisa redimensiona o tamanho dos desafios que nos afligem.

 

A questão é saber se você está bem para ajudar ou está se prejudicando ao fazê-lo. Não é à toa que a orientação que nos dão em caso de acidentes em aeronave é que primeiro coloquemos a máscara de oxigênio em nós, para, só então, ajudarmos os demais.

 

Você convive com alguém assim?

 

 

Existem pessoas que se alimentam da energia alheia, “vampirizando” e roubando sua força, vitalidade e causando fadiga emocional. De forma consciente ou não, com seus dramas intermináveis, não só se confortam no sofrimento como querem e precisam envolver outras pessoas na sua atmosfera. Por vezes, podem ser tão envolventes que te levam a se sentir culpado por seus infortúnios ou responsável por sua felicidade.

 

Muito frágeis, sofredoras e/ou sempre vítimas de pessoas ou situações, encontram na tristeza, na dor, na reclamação, no choro, na angústia a sua zona de conforto e a oportunidade de dominar a plateia. Sim, por vezes a força de alguém está na fraqueza que, momentaneamente ou em períodos prolongados, demonstram para conseguirem o que realmente querem, o ganho secundário: paz, amor, liberdade, segurança, felicidade, entre outros.

 

Em algumas situações, agimos de determinadas formas, que nem sempre são positivas e nos prejudicam. Como estar constantemente doente, permanecer em uma relação abusiva, não cumprir aquilo que nos propomos, comer mais do que necessitamos e tantas outras formas de autossabotagem, para obtermos um ganho secundário. Ou seja, ainda que inconscientemente, em um comportamento negativo pode haver uma intenção positiva que visa alcançar um objetivo maior, como ser amado, ser aceito, não permanecer fazendo algo que não gostamos, não assumir responsabilidades maiores. Por isso, a importância de nos conhecermos muito bem para, de forma consciente, substituirmos ações negativas por positivas na busca dos ganhos secundários.

 

Falarei mais sobre necessidades e ganhos secundários em outra oportunidade.

 

Então, você quer ou está precisando de ajuda?

 

 

Uma das formas de saber se estamos prontos para ajudar em uma determinada situação é avaliando como nos sentimos após ouvir, aconselhar e/ou fazer favores para alguém. É importante estar preparado para não se envolver, não se identificar com uma questão emocional que não é sua. Perceber quando estar com alguém nos produz desgaste emocional, cansaço, culpa e sofrimento. Saber até onde podemos e queremos ajudar. Dizer não e impor limites.

 

Não é por acaso que existem profissionais especializadas para apoiar pessoas no seu processo de autoconhecimento. E, um dos fatores fundamentais para que qualquer ajuda funcione é a vontade legítima de querer superar a dor, o medo, a angústia, a ansiedade, a falta de coragem, a sensação de estar perdido, entre outras coisas, e estar disposto a pagar o preço da mudança. Ou seja, sair da zona de conforto.

 

Observe que, você pode querer se transformar, evoluir e estar disposto a fazer o necessário, o possível e até o impossível para conseguir chegar aonde deseja e se sentir cada vez melhor. Mas, não é responsabilidade sua carregar ninguém para um lugar que você acredita ser a melhor opção. É a pessoa quem deve querer e o seu papel, se você estiver pronto para isso, é, tão somente, de apoiá-la.

 

Nossa responsabilidade é a de estar bem, ser feliz, de sempre buscar elevar o nosso padrão vibratório. É muito fácil perceber quem procura ajuda porque realmente quer ser ajudado, transformar a sua vida e ser melhor nas suas relações. E o primeiro passo nesse caminho é se autorresponsabilizar por tudo que nos aflige. Buscar, ainda que com a ajuda do outro, se reerguer com as próprias forças, resignificando o sofrimento e renascendo para novas possibilidades.

 


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Faça o que ama ou ame o que faz, seja feliz, volte sempre aqui e continue brilhando! 🌟 🌟

 

 

Renata Rocha 🌟 

ATENÇÃO: A reprodução parcial ou total deste texto é protegida por Lei.
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